top of page
image.png

A neuroanatomia é a base para compreender o funcionamento do sistema nervoso e suas correlações clínicas. Nesta seção, você encontrará conteúdos sobre as principais vias sensoriais e motoras, nervos cranianos, estruturas do encéfalo e do córtex cerebral. Nosso objetivo é tornar o estudo da neuroanatomia mais dinâmico, relacionando teoria, prática clínica e raciocínio diagnóstico.

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

O sistema nervoso permite que o corpo reaja a modificações contínuas dos ambientes interno e externo. Também controla e integra as várias atividades do corpo, como a circulação e a respiração. Para fins descritivos, o sistema nervoso é dividido:

 

OBJETIVO:

 

Esquematizar a organização do sistema nervoso

Organizar as divisões do sistema Nervoso I

 

REFERÊNCIAS:

  • MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. (CAPÍTULO: Introdução à Anatomia Orientada para a Clínica. 

  • TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016 

  • STANDRING S. Gray´s Anatomia - A base anatômica da prática clínica - 40ª Edição – 2010. 

SISTEMA NERVOSO CENTRAL – Tronco encefálico e Diencéfalo

INTRODUÇÃO

 

O encéfalo adulto é formado por quatro partes principais: tronco encefálico, cerebelo, diencéfalo e telencéfalo (cérebro) . O tronco encefálico é composto pelo bulbo, pela ponte e pelo mesencéfalo e é contínuo com a medula espinal. Posteriormente ao tronco encefálico se encontra o cerebelo. Superiormente ao tronco encefálico se localiza o diencéfalo, formado pelo tálamo, pelo hipotálamo e pelo epitálamo. Apoiado no diencéfalo está o telencéfalo (cérebro), a maior parte do encéfalo.

 

REFERÊNCIAS:

 

  • MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. (CAPÍTULO: Introdução à Anatomia Orientada para a Clínica.

  • TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016 STANDRING S. Gray´s Anatomia - A base anatômica da prática clínica - 40ª Edição – 2010.

  • MACHADO, Angelo; HAERTEL, Lucia Machado. Neuroanatomia Funcional - 3ª Edição, Atheneu, São Paulo 2014.

  • Meneses Murilo S. Neuroanatomia aplicada 3ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015

 

OBJETIVO:

  • Esquematizar as estruturas e funções do tronco encefálico

  • Correlacionar as partes do Diencéfalo (Talamo, Hipotalamo, Epitálamo e Subtálamo)

TELENCÉFALO
(Sulcos e giros áreas sensoriais e motoras)

INTRODUÇÃO

O telencéfalo compreende os dois hemisférios cerebrais e a lâmina terminal situada na porção anterior do III ventrículo.Os dois hemisférios cerebrais são unidos por uma larga faixa de fibras comissurais, o corpo caloso

A superfície do cérebro apresenta depressões denominadas sulcos, que delimitam os giros cerebrais. A existência dos sulcos permite considerável aumento de superfície sem grande aumento do volume cerebral e sabe-se que cerca de dois terços da área ocupada pelo córtex cerebral estão “escondidos” nos sulcos.

O telencéfalo é separado em hemisfério esquerdo e direito pela fissura longitudinal. Em cada hemisfério cerebral, os dois sulcos mais importantes são o sulco lateral (de Sylvius) e o sulco central (de Rolando), também chamados de fissuras:

      a) sulco lateral - Inicia-se na base do cérebro, como uma fenda profunda que, separando o lobo frontal do lobo temporal, dirige-se para a face dorsolateral do cérebro, onde termina dividindo-se em três ramos: ascendente, anterior e posterior.

      b) sulco central - É um sulco profundo e geralmente contínuo, que percorre obliquamente a face dorsolateral do hemisfério, separando os lobos frontal e parietal. Inicia-se na face medial do hemisfério, aproximadamente no meio de sua borda dorsal e, a partir deste ponto, dirige-se para diante e para baixo, em direção ao ramo posterior do sulco lateral, do qual é separado por uma pequena prega cortical. É ladeado por dois giros paralelos, um anterior, giro pré-central, e outro posterior, giro pós-central. O giro pré-central relaciona-se com motricidade, e o pós-central com sensibilidade. 

 

Os sulcos ajudam a delimitar os lobos cerebrais, que recebem sua denominação de acordo com os ossos do crânio, com os quais se relacionam. Assim, temos os lobos frontal, temporal, parietal e occipital. Além destes, existe a ínsula, situada profundamente no sulco lateral e que não tem, por conseguinte, relação imediata com os ossos do crânio. A divisão em lobos, embora de grande importância clínica, não corresponde a uma divisão funcional, exceto pelo lobo occipital, que está todo, direta ou indiretamente, relacionado com a visão.

 

OBJETIVO:

  • Investigar as principais partes do telencéfalo

  • Esquematizar os Giros, fissuras sulcos e lobos cerebrais

  • Traçar a vascularização do SNC

REFERÊNCIAS:

 

  • MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. (CAPÍTULO: Introdução à Anatomia Orientada para a Clínica.

  • TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016 STANDRING S. Gray´s Anatomia - A base anatômica da prática clínica - 40ª Edição – 2010.

  • MACHADO, Angelo; HAERTEL, Lucia Machado. Neuroanatomia Funcional - 3ª Edição, Atheneu, São Paulo 2014.

  • Meneses Murilo S. Neuroanatomia aplicada 3ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015

CEREBELO; SISTEMA VESTIBULAR; SISTEMA LÍMBICO

REFERÊNCIAS:

  • MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.

  • TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016

  • STANDRING S. Gray´s Anatomia - A base anatômica da prática clínica - 40ª Edição – 2010.

  • MACHADO, Angelo; HAERTEL, Lucia Machado. Neuroanatomia Funcional - 3ª Edição, Atheneu, São Paulo 2014.

  • Meneses Murilo S. Neuroanatomia aplicada 3ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015

 

OBJETIVO:

 

  • Investigar a estrutura do CerebeloIdentificar as estruturas responsáveis para o equilíbrio

  • Descrever as vias do equilíbrio.

  • Organizar os Componentes do sistema límbico

MEDULA E NERVOS PERÍFERICOS ESPINHAIS, SISTEMA VENTRICULAR E MENIGES

INTRODUÇÃO

A medula espinal (ME) faz parte do sistema nervoso central e corresponde à porção caudal do tubo neural. As raízes medulares, assim como os nervos espinais, fazem parte do sistema nervoso periférico. O termo medula origina-se de miolo, devido à sua localização no interior das vértebras.

 

A medula espinal está alojada dentro do canal vertebral, que tem a função de protegê-la. Ela é contínua antero superiormente com o bulbo, logo abaixo do nível do forame magno, e termina inferiormente como o cone medular, que é contínuo com o filamento terminal e está fixado na face posterior do cóccix. A medula espinal está envolvida pelas meninges espinais, que são contínuas com as meninges encefálicas através do forame magno. Embora ela seja aproximadamente circular em uma secção transversa, o diâmetro da medula espinal varia de acordo com o nível; ela possui duas intumescências a cervical e a lombossacral.

 

OBJETIVO:

  • Descrever as estruturas de proteção e os aspectos anatômicos gerais da medula espinal

  • Descrever como os nervos espinais se conectam à medula espinal.

  • Definir plexo e descrever a distribuição dos nervos dos plexos cervical, braquial, lombar e sacral

  • Explicar a importância clínica dos dermátomos

  • Esquematizar o Sistema VentricularIdentificar as Meninges na Medula Espinhal

 

REFERÊNCIAS:

  • MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.

  • TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016 (CAPITULO 13)

  • STANDRING S. Gray´s Anatomia - A base anatômica da prática clínica - 40ª Edição – 2010.

  • MACHADO, Angelo; HAERTEL, Lucia Machado. Neuroanatomia Funcional - 3ª Edição, Atheneu, São Paulo 2014.

  • Meneses Murilo S. Neuroanatomia aplicada 3ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015

MEDULA E NERVOS PERÍFERICOS ESPINHAIS, SISTEMA VENTRICULAR E MENIGES

INTRODUÇÃO

 

Os doze pares de nervos cranianos têm esse nome porque se originam no encéfalo, dentro da cavidade craniana, e passam através de vários forames do crânio. Assim como os 31 pares de nervos espinais, eles integram a parte periférica do sistema nervoso (SNP). Cada nervo craniano tem um número – indicado por um numeral romano – e um nome. Os números indicam a ordem, de anterior para posterior, na qual os nervos se originam no encéfalo. Os nomes designam a distribuição ou a função dos nervos.

OBJETIVO:

  • Esquematizar os nervos cranianos pelo seu nome, número e tipo 

  • Descrever o local de inserção do nervo olfatório (I), os forames por onde passam, e sua função.

  • Explicar o destino do nervo óptico (II) no encéfalo, o forame por onde passa para sair do crânio, e sua função.

  • Diferenciar a origem dos nervos oculomotor (III), troclear (IV) e abducente (VI), no encéfalo, os forames pelos quais saem do crânio, e suas funções.

  • Identificar a origem do nervo trigêmeo (V), descrever os seus três principais ramos, e explicar a função de cada ramo

  • Indicar as origens do nervo facial (VII), o forame pelo qual ele sai do crânio, e sua função

  • Identificar a origem do nervo vestibulococlear (VIII), o forame pelo qual ele sai do crânio, e as funções de cada

  • Examinar a origem do nervo glossofaríngeo (IX), o forame pelo qual deixa o crânio, e sua função.

  • Investigar a origem do nervo vago (X), o forame pelo qual sai do crânio, e sua função

  • Traçar a origem do nervo acessório (XI) na medula espinal, os forames pelos quais ele entre e depois sai do crânio, e sua função.

  • Identificar a origem do nervo hipoglosso (XII), o forame pelo qual deixa o crânio, e sua função.

REFERÊNCIAS:

  • MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. (CAPÍTULO: Introdução à Anatomia Orientada para a Clínica. 

  • TORTORA, Gerard. J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e fisiologia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016 

  • STANDRING S. Gray´s Anatomia - A base anatômica da prática clínica - 40ª Edição – 2010. 

  • MACHADO, Angelo; HAERTEL, Lucia Machado. Neuroanatomia Funcional - 3ª Edição, Atheneu, São Paulo 2014.

  • Meneses Murilo S. Neuroanatomia aplicada 3ª Edição, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015

bottom of page